A Bíblia e os aplicativos

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Deus vê tudo, sabe tudo e pode tudo. Antes de existir qualquer coisa existia Deus.

Portanto, para Deus, não haveria problema algum em criar aplicativos e smartphones desde o início dos tempos. Ele apenas omitiu isso na bíblia pois os Apps da antiguidade eram motivos de imensas frustrações.

Vocês estão prestes a conhecer a verdade até hoje não revelada, trazida a luz pela mão dos Templários Espaciais, seita secreta que guarda os livros sagrados mágicos e só se comunica com a humanidade através do Toda Unanimidade.

Vamos aos fatos:

Adão foi o primeiro usuário mundial do Tinder, não teve grandes dificuldades em fazer a conta, porém aborreceu-se rapidamente quando todas as suas buscas indicavam apenas a Eva. Passaram algumas gerações até que o aplicativo voltasse a fazer sucesso.

Noé, por sua vez, era um usuário fanático do Instagram, fotografava os animais da Arca mas também aborreceu-se. Nunca conseguiu mais de 5 curtidas numa foto. E só chegava às 5 quando a mulher não esquecia de carregar o celular.

Quando a terra secou e arca aproximou-se do monte Ararat a troca de Emojis foi intensa. Noé enviou para Deus um emoji de pomba e recebeu em troca uma folha de oliveira. Ao deixar a embarcação todos receberam emojis de arco-íris.

Moisés era daqueles que não sabia usar direito o Smartphone. Passou 40 anos perdido no deserto em busca da terra prometida e só no trigésimo nono ano alguém lhe mostrou o Waze.

Sansão era o maior fã das selfies. Egocêntrico, fez sucesso exibindo os longos cabelos e músculos torneados. Sucesso que incomodou Dalila e o resto da história todos sabem.

Os Haters do Twitter pegaram no pé do rei Salomão. Foram milhões de pedidos de #forasalomao quando ele sugeriu que se dividisse uma criança ao meio. Afinal, divisão igualitária é coisa de Comunista. Vai para o Oriente, gritavam alguns, já que Cuba ainda não existia.

Davi, por ser uma criança na época em que venceu Golias, era o único da bíblia que conseguiu usar o Snapshat e eu não posso dizer o que ele fez com o Snap porque não consigo entender esse aplicativo.

O único app que não havia naqueles tempos era o Uber, devido a inexistência de carros. Porém, o Biguber era igualmente eficiente e ajudou muito os três reis magos que nada conheciam de Israel.

O WhatsApp foi muito útil nos tempos de Jesus. O grupo “Apóstolos” mudou a história do mundo. O que não se pode confirmar é o vazamento de nudes da Maria Madalena. Quando perguntaram a Tomé ele foi evasivo: “Só acredito vendo”.

Falando em Jesus, seu vlog o alçou para a categoria de maior Influencer da humanidade reinando absoluto até o vlog do Maomé entrar no ar. O vídeo do sermão da montanha teve mais de 6 milhões de views, transformando Jesus no Gangnan Style do Império Romano.

Essas são apenas algumas das muitas histórias ocultas dos livros sagrados. Se os meus informantes me derem licença, trarei outras, igualmente reveladoras. Preciso me recolher agora para encontrar meu grupo divino. Torcendo que curtidas transcendentais enfeitem este post.

Eu estava errado

Esse vídeo de 1996 é imperdível. Nele, Paulo Maluf se defende. Ele havia proibido o cigarro nos restaurantes e os jornalistas se mostravam indignados com a medida. Os mesmos jornalistas também atacavam o prefeito por ele obrigar o uso de cinto de segurança.

O tempo mostrou que Maluf estava certo e TODOS os jornalistas que o entrevistavam tinham uma visão retrógrada.

Eu não me lembrava de forma alguma dessa polêmica, mas tenho certeza que em 1996 eu estaria do lado dos jornalistas, mesmo sem nunca ter fumado. Eu estava errado.

Em 1996 eu era odiava tanto o Maluf que falaria mal mesmo que ele inventasse a cura da Aids. Qualquer atitude do Maluf era abominável aos meus olhos.

21 anos depois fica evidente o papel de ridículo dos jornalistas e isso me pensar nos dias de hoje.

Será que continuo errando? Será que minha antipatia por Dória não faz que eu julgue seus atos de forma preconceituosa. Como verei daqui a 20 anos os julgamentos que faço hoje? Que erros acabamos cometendo graças a nossas convicções?

Não seria mais inteligente se:

_ Os petistas se julgassem a corrupção do PT com o mesmo rigor que colocam na questão do Pixo.

_ Os coxinhas batessem as panelas contra a corrupção Tucana da mesma forma que o fazem quando a Dilma discursava.

_ O Reinaldo Azevedo aceitasse que a ciclofaixa é importante, apesar de ter sido colocada por um petista.

_ O Ricardo Noblat entendesse que por mais que ele ame o Temer, é inadequado um presidente trabalhar para livrar corruptos da cadeia.

imagine daqui a 20 anos, quando em todas as cidades grandes os carros não puderem ultrapassar as 25 milhas por hora, como será assistir os debates sobre a velocidade nas marginais.

Que tal leitor começar a mudança dentro de você, admitindo os erros de quem você admira e aceitando os acertos daqueles que você odeia.

Quem sabe assim veremos os políticos de forma mais humana? Quem sabe assim poderemos entender um pouco mais aqueles de quem discordamos. Quem sabe poderemos ser menos grosseiros nas redes sociais.

O Prefeito e o Presidente

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No começo foi fácil, dava certo para o prefeito e para o presidente.

Diga que vai mudar as velocidades das Marginais e lá estavam as manchetes, estavam os fãs entusiastas e os desesperados opositores.

Fale de um muro no México, crie uma crise internacional pelo Twitter, ponha as redes sociais aos seus pés e fature artigos e mais artigos no mundo inteiro exibindo o topete arrogante.

Meus Deus como é fácil, dá pra fazer todo dia.

Pinte os grafites de cinza, ofenda os muçulmanos,  fantasie-se de lixeiro, proponha leis absurdas, tire do site da CET informações sobre queda de acidentes, apague do site da Casabranca matérias sobre aquecimento global, ofenda os grafiteiros, ofenda os latinos.

As dificuldades começaram no segundo ano, quando o prefeito se vestiu de veterinário  numa visita ao zoológico e não havia nenhum repórter para fazer o registro.

Enquanto isso, no hemisfério norte, o presidente usou as redes para chamar o Papa de maricas, mas nem os seguidores nem a imprensa se impressionaram. Sequer o Vaticano enviou qualquer resposta.

Foi quando o presidente e o prefeito perceberam que para manter a atenção do público e da imprensa precisavam se esforçar mais.

O presidente começou a ofender mais gente e de forma ainda mais gratuita. Chamou Steve Wonder de “porco cegueta”, disse que o Abraham Lincoln tinha uma barba ridícula e que planejava fechar a Disney para evitar a gritaria infernal daqueles pirralhos.

O prefeito se fantasiou de macaco, de Incrível Hulk, de Lula (ele até se esforçou para imitar a voz rouca) e baixou um decreto autorizando à Guarda Civil jogar tinta cinza nos tatuados que andavam pelas ruas. Nada adiantou.

No final de seus mandatos os dois estavam irreconhecíveis, silenciosos e exibindo sintomas de depressão. O prefeito fantasiou-se de mendigo e passou dias na cracolândia sem ser reconhecido. O presidente saiu pelas ruas e xingou um caminhoneiro que fazia seu lanche numa barraca de cachorro-quente. Apanhou como nunca.

Coxinhas, petralhas e a vizinha fofoqueira

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Todos conhecem a figura da vizinha fofoqueira. É uma personagem do imaginário Brasileiro.

Ela passa o dia na janela, espalhando que a filha da Dona Cacilda anda com um bando de vagabundos. Ela conta a todos que o cachorro do seu Heitor faz cocô na calçada.

Ela finge ignorar que o filho dela é o melhor amigo da filha da dona Cacilda, que eles  pertencem a mesma turma. E que o gato dela já quebrou vasos de quase todos os moradores da rua.

Enfim, todos concordamos que a vizinha fofoqueira devia cuidar da própria família no lugar de falar da vida dos outros.

Porém, em termos de política, somos todos a vizinha fofoqueira.

Explico:

Quando o Paulo Bernardo foi pego, todos os petistas bradaram em coro:

“_ Só prendem quem é do PT! Cadê a prisão do Cunha? Moro golpista! Globo golpista!”

Eles não disseram uma palavra em relação ao esquema sofisticado de corrupção criado pelo  ex-ministro petista.

Por outro lado, quando Janot pediu a prisão dos caciques do PMDB, os antipetistas postavam:

“_ Por que não prendem o Lula? Esse Janot trabalha para o PT!”

Eles se calaram em relação aos muitos milhões recebidos pelos corruptos peemidebistas.

Fico triste com o momento do Brasil e sonho com um país melhor. Acho que essa melhora passará por uma auto-crítica além da óbvia troca de acusações.

Sonho em ver os petistas clamando pela prisão dos dirigentes corruptos de seu partido. Sonho em ver os antipetistas batendo panelas contra a corrupção e não apenas contra a Dilma.

O conhecimento popular nos ensina a olhar para o próprio umbigo antes de atacar os outros e essa é sempre uma boa ideia.

Petistas, melhorar o PT é mais urgente que voltar ao poder.

Antipetistas, o governo já mudou, quando vocês vão se preocupar com o ATUAL presidente, no lugar de sonhar com revanchismos e vingancinhas?

Saiamos das janelas do Face e do Twitter e usemos o velho e-mail para cobrar o NOSSO partido e os políticos em quem votamos para que tenham uma atitude melhor. Ofender o vizinho nunca resolveu e não vai resolver nada.

 

É Golpe?

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Especialistas debatendo a legalidade do processo de Impeachment aos olhos da constituição

Não sei se o leitor do Toda Unanimidade percebeu mas algumas pessoas tem discutido nas redes sociais a legalidade do processo de impeachment.

Eu já disse anteriormente que não sou lá muito inteligente e por essa razão não sei o que a constituição diz a respeito do assunto.

Porém, como não quero ficar em silêncio nas conversas de botecos e nem nos grupos de zapzap, decidi pensar no assunto. E pensarei em voz alta, aqui no blog.

Quem sabe você, leitor, me ajuda a chegar a uma conclusão.

Minha intuição

Minha intuição diz que as tais pedaladas não são motivos para impixe (perdoem, tenho preguiça de escrever aquele palavrão complicado).

A manutenção das regras, das instituições e a confiança no sistema democrático são muito importantes para um país. Acho que tirar um presidente eleito é um trauma e só deve ser feito em casos em que o motivo legal seja bastante claro.

Mas minha intuição vale muito pouco. Estamos num país regido por uma constituição e é ela quem manda. Então precisamos da…

Opinião dos especialistas 

Se eu não entendo ouvirei quem entende: Juristas famosos* e amigos advogados.

Vejo então que há opiniões divergentes. Uns dizem que é constitucional e outros pensam o contrário.

Mesmo percebendo que parte destas opiniões é contaminada por visões ideológicas pessoais, não se pode negar que existem muitos argumentos bons de gente que entende do assunto garantindo a legalidade do processo.

Então, não é golpe. É um debate que envolve a constituição e faz parte do jogo democrático.

Só que…

Onde a coisa se complica

Não vejo o menor interesse dos deputados que lutam pelo impixe em relação a discussão legal. Eles decidiram tirar a presidente e fazem apenas um teatro, cumprindo o rito processual sem se importar com quaisquer argumentos ou fatos do Processo. Isso parece Golpe.

Por outro lado, os defensores do governo também não se importam com debate. Usam a discussão legal como desculpa para defender a Dilma. Usam o argumento do Golpe como campanha para levantar a sua torcida.

Enfim, não é golpe, já que lei dá espaço na lei para esse tipo de debate e consequentemente de processo, mas também está longe de ser um procedimento que mostra a maturidade de nossas instituições republicanas.

E a minha vontade? **

Eu desejo que o governo caia.

Acho que seria mais agradável e menos sofrido se a Dilma renunciasse. Como isso não deve acontecer torço para um impixe rápido.

Dilma é uma presidente muito ruim. Ela recebeu um país que crescia, tinha inflação baixa, desemprego nulo e contas em dia.  Quando assumiu em 2011 ela também tinha o congresso a seu favor.

Se em condições tão favoráveis ela conseguiu produzir esse caos, imagine agora com o país desgovernado. Não acho justo que milhares de empresas fechem, que milhões de pessoas percam seus empregos em troca de alguma convicção legalista.

Sofreremos com o impixe, mas creio que a manutenção de Dilma represente um sofrimento ainda maior à população.

E a corrupção?

Eu não falei dela porque pra mim esse processo nada tem a ver com corrupção. Acho até que a Lava Jato pode ter sérios problemas num governo do PMDB. Veremos.

Como diria Roberto Jefferson, é uma questão de escolher o bandido favorito.

E Você?

Qual a sua opinião caro leitor? É golpe?

 

* Entre os juristas famosos desconsiderei a opinião Janaína Number of The Beast. Só leio os que não gritam e nem imitam pomba gira.

** Faço essa observação depois de alguma reflexão: Minha vontade não significa que algo é justo ou injusto, apenas indica um desejo sujetivo.

 

A escalada do ódio

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Na foto, Rodrigo Constantino pregando a cassa aos artistas de esquerda.

Quando crianças brigam e um adulto vai separá-las é inevitável ouvir a desculpa clássica:

“Foi ele que começou.”

Com alguns adultos da nossa querida e polarizada sociedade não é diferente. A violência e o ódio estão ultrapassando o espaço virtual e os grupos de Whatsapp para chegar as ruas e isso não é bom.

Os coxinhas dizem que quem começou foram os petralhas e vice-versa. Eu não tenho as coisas registradas em calendário para saber, mas tenho certeza que alguns formadores de opinião contribuíram e continuam contribuindo para transformar o debate numa rinha.

Começamos pelo suposto filósofo Olavo de Carvalho. Digo suposto porque o vídeo abaixo mostra que ele não usa o tipo de linguagem que se espera de um filósofo, nem o mesmo tipo de raciocínio. Ultimamente ouvi muita gente desmerecendo o Lula porque ele fala palavrões. Pelo jeito, alguns deles fazem parte da filosofia moderna.

De qualquer forma, na última quinta-feira, em plena semana santa, uma mulher agrediu Dom Odilo. Será que foi incentivada pelo vídeo abaixo?

A filosofia anda me decepcionando muito. Nos meus tempos de USP, Marilena Chauí era uma espécie de Madonna dos professores universitários. Era a grande estrela. Líamos seus livros com a mesma dedicação que o Olavo de Carvalho lê as encíclicas do Vaticano. Pois vejam este o discurso famoso da filósofa da esquerda. Percebam o tom com que ela expõe  seus argumentos e notem que ela pede desculpas por estar sem voz. E o mais assustador. Ouçam o apoio da platéia enquanto ela joga lenha na nossa triste fogueira do ódio de classes.

Mas não pensem que o incentivo ao ódio é exclusividade dos filósofos.

Já ouviram falar em jornalistas? Aqueles sujeitos com a importante missão de informar a população?  Aqueles que aprendem desde o primeiro dia de aula a importância da isenção. A responsabilidade do seu ofício. Pois, bem, jornalistas tem feito coisas muito estranhas.

Vejam o tom com que o jornalista Reinaldo Azevedo trata um ministro do STF. Vejam a frase “Vão ter que se acertar com a população”. É quase um chamado ao linchamento, talvez físico, com certeza intelectual. É uma tipo de jornalismo que incentiva com a humilhação completa de quem pensa diferente. E não é a única vez. Não basta discutir o tema, é preciso difamar a parte contrária.

 

E quando vamos para o lado vermelho da força o que encontramos? Mídia Ninja, Jornalistas Livres, supostos profissionais da notícia vasculhando as passeatas que encheram as ruas para encontrar uma imagem que remeta a luta de classes. Pronto, a voz de 6 milhões não precisa ser ouvida. “Temos uma foto da babá com o carinho. Todo o resto não interessa. Podemos usar a luta de classes a nosso favor.”

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Não é a toa que um bispo apanhou na missa, não é a toa que intimidaram o Chico Buarque, não é a toa que minha amiga foi xingada no metrô por uma professora petista. Se os jornalistas agem assim, se os filósofos agem assim, se os políticos agem assim, porque nós haveríamos de agir de outra maneira?

Eu lhes respondo.

Temos que agir de outra maneira porque não há coxinha ou petralha qe não sonhe com mais segurança, educação melhor e saúde de qualidade. Se cada um parar um pouco de gritar e começar a ouvir, o tom da conversa muda.

Não creiam que esses sujeitos são melhores que nós ou exemplo de algo. Gaste algum tempo ouvindo os argumentos das pessoas equilibradas que pensam de forma diferente a sua (sim, elas existem). Na hora de discordar evite o sarcasmo, evite elevar o tom de voz, evite as letras maiúsculas.

E antes que comecem a argumentar, já vou avisando. Eu não quero saber quem começou.

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E fica um recadinho final, pra terminar o texto de um jeito fofo. Roubei do Alessandro Bender.

 

Será que sou petista?

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O autor com sua camisa comunista da Puma, comprada na Centauro do Pátio Higinópolis.

Sou humano, confesso, por mais que resista não escapo das discussões em redes sociais. Mea culpa, mea maxima culpa. E o tema do momento, como não pode deixar de ser, é o balaio de gatos que alguns insistem em chamar de política nacional.

Em um desses embates virtuais fui chamado de petista por um sujeito que não concordava comigo ao falar de um tema qualquer. Provavelmente ele tentou me ofender.

Façamos parênteses. Sou um sujeito inseguro e facilmente influenciável. Certa feita, numa conversa de Whatsapp, uma amiga disse que eu estava muito gay. Fiquei horas em dúvida se ela tinha razão. Lembrei que sou são-paulino, que gosto de vinho rosé e dos Smiths. Só tive certeza da minha condição de hétero quando me ocorreu que não via nada na Madonna. Acho uma cantora meio enfadonha.

Resolvida a questão da sexualidade, voltemos ao meu petismo. Sou ou não petralha?

Afinal, eu gosto do Chico Buarque e não gosto do Alexandre Frota. Esses são indícios muito fortes de que uma estrela vermelha bate em meu coração. Mas serão suficientes? Vejamos outras provas:

_ As brigas nas redes me fizeram bloquear duas pessoas no FB. Um Anti-Petista raivoso e e um petista que beira a imbecilidade.                 Prova inconclusiva

_ Eu não gosto do Reinaldo Azevedo e do Rodrigo Constantino.  Prova de Petismo

_ Eu achei o governo do Lula bom, no geral. Gostei do Bolsa Família, do Minha Casa Minha Vida, do Prouni, das reservas internacionais…        Prova Petista

_ Eu acho que o FHC também foi um ótimo presidente.   Prova antipetista

_ Eu acho a Dilma a pior presidente possível. Acho que ela não tem a menor capacidade para ocupar o cargo que ocupa.                                      Prova antipetista

_ Eu gostei do programa “Mais Médicos”.                  Devo ser petista

_ Acho a prisão do Zé Dirceu 100% justa.                    Virei coxinha

_ Eu acho que a bicicleta é um meio de transporte ótimo.  Sou muito petista

_ Eu sou contra a volta dos militares.                          Petista

_ Eu acho que os governos Lula e Dilma são culpados exclusivos pela terrível situação da Petrobras.                                                                              Agora sou Tucano.

_ Acho que Lula não consegue explicar como usa tantas propriedades que não estão em seu nome. Me cheira a ocultação de patrimônio.             Sou antipetista.

_ Acredito que o Estado deva ser pequeno.                Tucano neoliberal

_ Eu acho um absurdo a divulgação de grampos com o objetivo de constranger as pessoas publicamente.                                                                      Virei petista de novo.

_ Não participei de nenhuma manifestação.              Agora fiquei na Dúvida

_ Não suporto o Corinthians.                                           Total coxinha.

Bom, estou com preguiça de apurar o placar. Sou são-paulino e placares sempre me entristecem. Vou terminar por aqui e deixar que o leitor tire suas conclusões. A opinião de vocês é muito importante para mim. Afinal, sou ou não petista?